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Quem trabalha em casa deve adotar algumas regras, para fugir do isolamento

Agência Rádio 2 - 04/09/2013

Na era do computador em todo canto, boa parte das pessoas já pode trabalhar em casa e enviar o serviço para a empresa.

Um norte-americano especialista em finanças separou algumas dicas para quem deseja se livrar do trânsito, de olhar para o chefe o tempo todo e de ter que conviver com aquele chato do escritório.

Uma das recomendações é separar um local exclusivo para o trabalho, dentro de casa. Outra é criar uma agenda diária de tarefas, separando as horas de descanso, de alimentação, para não se perder sendo o dono do seu próprio tempo. Quer dizer, não trabalhar a mais nem a menos.

Uma promoção vai ser mais demorada, porque você está distante da empresa e não vai estar visível o tempo todo, nas conversas, reuniões e encontros. É preciso ser mais extrovertido, ligar mais para as pessoas, ao invés de passar e-mail.

Mantenha perfis virtuais de trabalho, como a rede LinkedIn, para mostrar as suas capacidades e encontrar contatos profissionais.


Pesquisa alerta que 10% dos jovens não trabalham, não estudam e nem procuram emprego

Por Agência Rádio 2

Idade: 19 a 24 anos. Não trabalha, não estuda, não procura emprego. São um milhão e 500 mil jovens nessa situação no Brasil, mostra uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas. Eles representam 10 por cento dos que estão na faixa dos 19 aos 24 anos. 

O pior é que a maioria deles está em famílias mais pobres e tem baixa qualificação para o trabalho, informa a coordenadora da pesquisa, Joana Monteiro. Ela tirou fora as donas de casa e mulheres com filhos, porque já cuidam de alguma tarefa produtiva para a família.

A conclusão da professora é que a principal culpada por essa situação são pais protetores, que se dispõem a sustentar os filhos até mais tarde. A pesquisa criou até um apelido depreciativo para essa categoria de jovens: são os Nem-Nem-Nem. Quer dizer Nem trabalha, Nem estuda, Nem procura emprego.

 

 

O que perguntar no final de uma entrevista de emprego?

Por Agência Rádio 2

Esse é um momento que muitos acabam colocando os pés pelas mãos e perdem a vaga, informam recrutadores e profissionais de recursos humanos.

Em geral, o entrevistador faz diversas indagações e no final dizem ao candidato se ele quer perguntar alguma coisa.

Pegam mal perguntas como quando serei promovido? Qual é o salário que a empresa oferece? Quando deve vir o primeiro aumento? Há opção de horário flexível?

Uma especialista em recursos humanos informa que ao invés de perguntar sobre quando vem a promoção, o melhor é questionar qual é o caminho, para, mais à frente, ser promovido?

Outra entrevistadora diz que querer saber o salário antes da palavra final sobre a aprovação mostra preocupação maior com o dinheiro do que com o trabalho.

E também perguntar sobre um aumento já logo de cara é uma opção errada.

A própria empresa é quem deve revelar a política salarial e os benefícios que ela oferece, na fase final de aprovação do candidato.

 

Boa parte dos profissionais abre o e-mail do trabalho nas férias

Por Agência Rádio 2

A maioria dos brasileiros tem dificuldade para se desligar do trabalho durante as férias. É o que aponta uma pesquisa do site especializado em viagens, TripAdvisor. 

No levantamento, 75 por cento dos entrevistados disseram que abrem os e-mails profissionais durante o período de descanso, sendo que 37 por cento fazem isso diariamente. 

Um dos motivos apontados foi que checar as mensagens ajuda a evitar que a caixa postal fique cheia. Além disso, 18 por cento dos profissionais admitiram que, saber o que ocorre no escritório durante sua ausência, os deixa mais relaxados. 

Mas, para 57 por cento, o hábito de ler os e-mails do trabalho durante as férias faz com que aproveitem menos os momentos de lazer. 

A pesquisa foi realizada com setecentas e vinte e duas pessoas, entre o fim de maio e o começo de junho.

 

Diferença entre homens e mulheres no mercado de trabalho ainda é grande

Por Agência Rádio 2

Já estamos no século 21, mas as diferenças entre homens e mulheres no mercado de trabalho ainda são bem expressivas. Foi o que mostrou um estudo feito pela Bain & Company, uma consultoria global. 

A entidade verificou que homem tem 20 vezes mais chances de se tornar executivo. 

A pesquisa investigou as 250 maiores empresas do Brasil e concluiu que 96 por cento delas tinham homens nos cargos de executivos. Só 4 por cento dos executivos eram mulheres. 

Quando são os cargos máximos que estão em questão, como de conselheiros, a diferença é ainda maior. Eles ocupam 97 por cento desses postos e elas três por cento. E não é por falta de motivação que essa diferença existe: 66% delas e 72% deles desejam chegar ao cargo de líder. 

A pesquisa aponta que um dos motivos para que o cenário seja esse é porque falta valorização da liderança feminina por parte das empresas.

 

Características de lutadores de MMA ajudam outras profissões

Por Agência Rádio 2

O MMA é um esporte de contato que exige força, foco e técnica. No entanto, por trás de uma aparente violência existe uma filosofia que prega o autocontrole, a confiança e o respeito. 

Especialistas de carreira e lutadores do MMA acreditam que as artes marciais têm muito a ensinar às outras profissões, como destaca a editora-assistente de carreira da revista Você S/A, Caroline Marino. Ela destaca que confiar no próprio trabalho e potencial faz toda a diferença.

Para entrar em forma, um lutador atravessa horas de atividades físicas, exercícios de respiração e concentração. Já o principal treinamento de um executivo é o seu próprio dia a dia: ao acumular bagagem profissional, trabalhando e enfrentando desafios, ele ganha novas etapas na carreira que lhe permitem competir de igual para igual no mercado de trabalho, além de aprender como lidar com imprevistos.

 

Novas carreiras trazem boas perspectivas

No campo da tecnologia da informação, especialistas alertam para uma demanda em torno de 100 mil profissionais nos próximos anos

Jornal de Jundiaí Regional

Com as constantes mutações no mundo do trabalho, muitas carreiras, até agora desconhecidas ou pouco valorizadas, emergem como boas opções para jovens que ainda têm dúvidas sobre qual profissão escolher. Na hora de avaliar um curso, estágio, emprego ou mesmo uma especialização, é importante atentar para os rumos do mercado de trabalho e para a realidade socioeconômica do País. Apesar da alta na inflação e da crise que afeta a Europa, alguns setores despontam como grandes empregadores, devido à falta de profissionais especializados e à forte tendência da incorporação de inovações para que as empresas se tornem competitivas no mundo globalizado.

No campo da tecnologia da informação, especialistas alertam para uma demanda em torno de 100 mil profissionais nos próximos anos. "Um potencial que vem rico de perspectivas de oportunidades para aqueles que se revelarem aptos a utilizar o imenso arsenal de ferramentas e descobrir novas aplicações para elas, visto que essa área de atuação permeia praticamente todas as atividades, cada vez mais dependentes de soluções de informática", afirma Luiz Gonzaga Bertelli, presidente Executivo do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) e autor do livro Profissões, um guia para ajudar os jovens estudantes na escolha profissional da carreira.

Bertelli chama atenção para outro segmento que merece ser destacado: o das engenharias. Impulsionado pelos planos do governo de melhorar a infraestrutura do país, principalmente nessa época em que grandes eventos esportivos, como a Copa das Confederações, a Copa do Mundo e a Olimpíada 2016 estão no centro das atenções. Um dos problemas neste segmento é o número insuficiente de formados em engenharia. Por ano, entram no mercado 48 mil novos engenheiros no país. O número ideal seria a formação de 150 mil novos profissionais. "A China forma cerca de 300 mil por ano, enquanto a Coréia do Sul, 80 mil. Ainda estamos defasados, principalmente agora com a complexidade de operações que estão por vir, embalados pelo pré-sal".

Por causa disso, os setores de petróleo e gás também deverão oferecer excelentes perspectivas para, pelo menos 185 carreiras. "Engenharia, indústria naval, e Meio ambiente também já estão em alta no mercado", analisa Bertelli.

No varejo, com o aumento da demanda e modernização de processos, até matemáticos e estatísticos estão ganhando importância. São os chamados analistas de riscos que, junto aos analistas de crédito, serão muito requisitados no mercado financeiro daqui em diante.

O leque de opções também aumenta com o desenvolvimento das redes sociais. O setor de marketing digital cresce nas empresas com o intuito de monitorar esses portais e desenvolver até mesmo o comércio virtual, já que a internet entrou definitivamente na vida das pessoas. "Mas o fundamental, o jovem não pode esquecer: buscar, no amplo leque de opções profissionais que a nova realidade oferece, sua área de afinidade, porque só assim alcançará o sucesso na carreira."

DA REPORTAGEM LOCAL